Por Helder Júnior - São Paulo (SP)
Acervo/Gazeta Press
Dias antes de disputar o Mundial, João Carlos já havia sido titular na final do Brasileiro de 1999
A voz de João Carlos era quase imperceptível, do outro lado da linha. "Sabe o que é? Estou na casa do Maurício, em Novo Horizonte, e nenhum telefone celular funciona direito aqui", riu o ex-zagueiro do Corinthians, com um forte sotaque mineiro. Ao fundo, o ex-goleiro Maurício se distraía com a televisão.
A dupla que foi campeã mundial em 2000, pelo Corinthians, iniciou uma nova carreira após se aposentar. O técnico João Carlos convidou Maurício para ser seu auxiliar quando assumiu o comando do Poços de Caldas. Os dois seguiram juntos para o Democrata de Sete Lagoas, clube que revelou o ex-zagueiro para o futebol, e agora estão desempregados.
Enquanto procura trabalho, João Carlos passa o tempo contando histórias de sua juventude e dos tempos de jogador. O ex-servente de pedreiro fala com orgulho que foi companheiro do atacante Ronaldo quando estava no Cruzeiro. E lembra com ainda mais alegria de suas passagens pela seleção brasileira e da conquista do Mundial de Clubes. A única tristeza daquele torneio foi uma contusão, que impossibilitou o zagueiro de disputar a final contra o Vasco. Adílson Batista, atualmente técnico do Cruzeiro, ganhou a chance de entrar em campo no Maracanã.
Gazeta Esportiva.Net: O que você está fazendo hoje?
João Carlos: Estou iniciando a minha carreira como treinador. O Maurício, ex-goleiro, virou meu auxiliar. É algo bem diferente de jogar, por isso começamos com os pés no chão, pegando experiência antes de alçar voos mais altos.
GE.Net: Quando surgiu a ideia de formar essa parceira com o Maurício?
João Carlos: Foi no Corinthians, mesmo. Nos treinamentos, já conversávamos sobre isso. Eu dizia para ele: "Maurício, quando me aposentar, vou ser técnico e quero você como meu auxiliar". A gente se uniu em 2007, né, Maurício? [João Carlos pergunta para o companheiro, que está ao seu lado.]
Maurício: Isso aí.
João Carlos: A minha cabeça ainda está boa [risos]. Fiz alguns estágios depois de parar de jogar, inclusive com o Nelsinho Baptista, porque o Maurício ainda estava em atividade no Noroeste. Quando recebi a primeira oportunidade, para treinar o Poços de Caldas, liguei para ele e fizemos valer o nosso acordo dos tempos de jogador. Mas estamos parados agora. Vim para a cidade dele [Novo Horizonte - SP] para começarmos a correr atrás de algum clube.
GE.Net: Vocês são muito assediados aí?
João Carlos: É bem legal receber esse carinho do povo. A cidade do Maurício é cheia de corintianos, e eles gostam muito de mim. As pessoas que me reconhecem sempre agradecem pelo que fiz no Corinthians. Fico feliz. Quando estou em Minas Gerais, os torcedores do Cruzeiro também me tratam bem. Mas acho que sou mais visto como o João Carlos do Corinthians, pois conquistei mais títulos lá.
GE.Net: O Mundial de Clubes foi o mais importante?
João Carlos: Um dos mais importantes. Os Campeonatos Brasileiros que ganhei também foram muito marcantes. E fui campeão da Copa América pela seleção brasileira logo na minha primeira oportunidade. Conquistar grandes torneios pelo seu país é um objetivo de qualquer jogador.
GE.Net: Você jogou com o Ronaldo no Cruzeiro e na seleção brasileira?
João Carlos: Fomos companheiros quando ele despontou no futebol. Conquistamos um Campeonato Mineiro juntos. Ontem mesmo, um amigo meu me perguntou como era o Ronaldo. Sempre digo que ele é exatamente a mesma pessoa que a gente vê hoje na televisão, simples e brincalhão. Infelizmente, perdemos contato, mas continuo sendo fã do Ronaldo. Ele se superou muito na vida, voltou a jogar quando ninguém mais acreditava e é um dos maiores artilheiros da história do futebol brasileiro.
GE.Net: Já esperava que ele fosse ganhar toda essa projeção internacional quando vocês treinavam juntos no Cruzeiro?
João Carlos: Não. Claro que ele tinha jeito para ser um grande jogador. Era até cotado para defender a seleção brasileira, mas chegou muito mais longe. Ninguém esperava.
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João Carlos mostrou todo o seu vigor a Ricardinho quando enfrentou o Corinthians
GE.Net: O Wanderley Luxemburgo fez você também ficar conhecido no Brasil, com as convocações para a seleção brasileira e incentivando a sua transferência para o Corinthians. Temeu ficar marcado como "protegido" do treinador?
João Carlos: Reconheço que o Luxemburgo teve uma influência muito grande na minha carreira. Ele acompanhou meus jogos pelo Cruzeiro e me levou para a seleção. Também me deu essa chance no Corinthians. Vivi momentos marcantes ao lado dele. Não tenho problema nenhum em dizer isso.
GE.Net: Como recebeu a notícia de que iria para o Corinthians?
João Carlos: O presidente do Cruzeiro me dizia sempre que era um time da França que estava próximo de me levar. Depois que acertou com o Corinthians, ele me perguntou se eu tinha ficado triste. Respondi: "Claro que não. Fiquei ainda mais feliz, pois o Corinthians é um grande clube do Brasil e está montando uma equipe para brigar por títulos".
GE.Net: Mas o Corinthians também é um clube com muita pressão. As críticas de torcedores não te incomodavam?
João Carlos: Que nada. Vejo isso de uma forma bem tranquila. O que eu gosto no Corinthians é justamente o fato de os torcedores serem bastante atuantes. Eles acompanhavam a gente até nos treinamentos, pendurando bandeiras e gritando. Nos momentos de dificuldade, estavam no direito deles de cobrar. Eu falava para os meus companheiros: "Gente, quem quer jogar em uma equipe grande como o Corinthians precisa estar preparado para isso. A torcida só quer que a gente dê alegrias. Eles ajudam muito e podem reclamar nessas horas".
GE.Net: Com quem você conversava mais naquele time do Corinthians?
João Carlos: Tinha uma boa relação com todos, a começar pelo Maurício. Falava muito com o Dida também, pois jogamos quase sete anos juntos, entre Cruzeiro e Corinthians. Marcelinho, Vampeta e Rincón eram outros bons amigos.
GE.Net: Não havia desentendimentos entre esses jogadores mais renomados?
João Carlos: Sim, mas o diferencial do Corinthians era justamente funcionar dentro de campo. Fora, havia dois ou três jogadores que nem se cumprimentavam. A gente brigava muito, mas não levava nada disso para as partidas. Não existia essa história de um não passar a bola para o outro, como já vi em alguns lugares. Todo mundo se ajudava.
GE.Net: Qual foi a discussão mais ríspida que você presenciou?
João Carlos: Não lembro de nada especificamente agora. O que acontecia mais era discussão de jogo, que acabava indo para frente no dia a dia. Mas, como eu disse, isso não atrapalhava o time. Tanto é que fomos campeões mundiais em 2000 e as pessoas ainda falam disso 10 anos depois.
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Ladeado por Gallo e Paulo Nunes, o zagueiro presenciou diversas discussões no elenco
GE.Net: Como foi aquele torneio para você, que precisou marcar os jogadores do Real Madrid?
João Carlos: Jogar contra o Real foi ótimo. Aquele Hierro tinha falado um monte de besteiras, insinuando que o nosso time não era bom, que eles ganhariam com o pé nas costas. Eles estavam provocando principalmente o Edílson. Mas o Edílson acabou com o jogo, marcando dois gols e metendo a bola entre as pernas do tal do Karembeu. Falaram demais e deu nisso.
GE.Net: Por tudo isso e pelo fato de você estar machucado contra o Vasco, esse jogo foi mais marcante do que a final?
João Carlos: Claro que foi difícil enfrentar as estrelas do Real Madrid, mas o Vasco também tinha um time bom e fez uma partida muito nervosa contra a gente. Apesar das discussões com o Real, o Roberto Carlos conversava bastante com a gente no hotel onde estávamos hospedados.
GE.Net: Como você se sentiu depois de participar de toda a campanha do Mundial e não poder jogar a decisão?
João Carlos: Foi muito triste. Joguei todos os jogos, mas sofri um estiramento de grau 2 na coxa antes da final. Queria estar dentro de campo, pois a festa da torcida foi muito bonita. Ficar só torcendo não é a mesma coisa.
GE.Net: Assistiu à partida do banco de reservas?
João Carlos: Isso. E sofrendo à beça, até porque a final foi muito truncada, sem grandes chances para nenhum dos lados. Ainda acabou nos pênaltis para piorar. Dá até nervoso de lembrar.
GE.Net: Qual foi a sua reação quando o jogo acabou?
João Carlos: Eu queria correr, mas não conseguia por causa da coxa machucada. Dei dois passos para dentro do campo e quase caí. Só depois o pessoal foi me ver ali, comemorando sozinho. Aí, consegui abraçar alguns dos meus companheiros e festejar com a torcida. A festa foi muito legal, apesar das minhas limitações físicas [risos].
GE.Net: Você teve mais alguma decepção no Corinthians?
João Carlos: Tive uma tristeza grande. Em uma concentração, em 1999, vieram me contar que o Morais havia falecido de uma hora para outra, em um acidente automobilístico. Ele foi jogador do Cruzeiro e era meu técnico no Democrata de Governador Valadares. Devo tudo a ele, pois foi quem me levou para o Cruzeiro. Não acreditei quando me contaram da morte.
GE.Net: Não muito tempo depois, você passou pelo Cruzeiro de novo e acabou no Japão. A adaptação ao Oriente foi tranquila?
João Carlos: O futebol japonês já estava bem desenvolvido quando fui para lá, com vários jogadores estrangeiros nos times. Mesmo assim, sofri um pouco para me adaptar no início, já que precisava de um intérprete para ir a todo canto. Em relação à alimentação, era mais fácil. Os supermercados vendiam mais ou menos as mesmas coisas do Brasil.
GE.Net: Quando retornou para o futebol brasileiro, você defendeu Botafogo, Paysandu...
João Carlos: Peguei uma fase difícil no Botafogo. O time estava voltando da Série B e já havia começado a pensar no título carioca para se firmar, mas não conseguiu. Não saímos das últimas posições no Campeonato Brasileiro. No Paysandu, também foi complicado. O presidente deu muita atenção a empresários e fez várias contratações erradas, trazendo jogadores que não tinham capacidade. O clube acabou caindo de divisão.
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Os problemas enfrentados no Botafogo, no Paysandu e no Ipatinga encurtaram a carreira de João Carlos, que decidiu se tornar treinador
GE.Net: Depois, um exame realizado pelo Ipatinga detectou que você estava com uma arritmia cardíaca.
João Carlos: Sempre fui um jogador muito saudável, vigoroso. Fiz uma série de exames em outros clubes que não identificaram nada, mas a gente fica com um pouco de receio.
GE.Net: Esses problemas que você enfrentou adiantaram a sua aposentaria?
João Carlos: Eu já vinha com essa ideia de parar desde que voltei do Japão. Podia ter encerrado a carreira antes. Para mim, foi algo tranquilo. A minha trajetória valeu a pena, tanto que o meu filho de 5 anos já fala para todo mundo: "Quero ser zagueiro, igual ao papai". Se eu dissesse que não sinto saudades de jogar, estaria mentindo. Mas não tenho aquela necessidade de entrar em campo, até porque estou vivendo uma nova fase da minha vida ao lado do Maurício.
GE.Net: O Maurício não vai querer seguir carreira solo como treinador?
João Carlos: A gente se dá muito bem. Ele sempre disse que queria ser auxiliar, para jogar as bombas para mim [risos]. Já estou acostumado com a pressão.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
CAMPEONATO SUB-15: Inscrições Abertas
RESOLUÇÃO N.º 014/2010/FAF
O Presidente da Federação Amapaense de Futebol – FAF, usando das atribuições que são conferidas pelo estatuto da Entidade.
CONSIDERANDO: O Calendário das Competições para 2010, aprovado em reunião no dia 15 de Janeiro 2010.
RESOLVE: Abrir as inscrições para o Campeonato Amapaense de Futebol Categoria SUB-15, a todos os clubes Profissionais filiados que queiram participar desta categoria em pleno gozo de seus direitos estatutários, no período de 18 a 30 de Junho de 2010.
Dê-se ciência
Cumpra-se
E publique-se
Gabinete da Presidência da Federação Amapaense de Futebol – FAF, em Macapá – AP, 18 de Junho de 2010.
Paulo Roberto Rodrigues
Vice-Presidente da FAF
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Conheça o novo mascote do Manaos ex-america de Manaus

Após a mudança do nome de América para Manaos, a diretoria do clube divulgou nesta quarta-feira (09) o resultado da enquete que definiu o mascote da equipe. A votação ocorreu no site oficial da agremiação.Com 55,1%, totalizando 263 votos foi escolhida a onça Yawara, seguida pelo tucano Tuki com 151 votos e pelo jacaré Bareh com 63.O Manaos integra o grupo A1 da Série D do Brasileiro juntamente com Cametá-PA, Cristal-AP e Remo-PA.O Manaos estreia no dia 18 de julho diante do Cristal, em casa. Fonte: Futeboldonorte.com
Torneio Internacional de Voleibol
A partir das 9 horas desta sexta-feira inicia-se o torneio internacional de voleibol. - Torneio MasculinoMonjolly AABB/CeapPlacaUnisportThe Killers (Laranjal)Portel
FemininoMonjollyAABB/CeapTremPlaca
FemininoMonjollyAABB/CeapTremPlaca
terça-feira, 1 de junho de 2010
RESULTADO DOS JOGOS DO FINAL DE SEMANA dos jogos Universitários
MODALIDADE : VOLEIBOL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO29.05.10 17:00 UEAP 2 UNIFAP O X W UEAP ÚNICOOBS: A EQUIPE DA UEAP É A CAMPEÃ DA MODALIDADE
MODALIDADE : FUTSAL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO29.05.10 15:00 A.RAMOS 03 IESAP 2 X 6 META ÚNICO B29.05.10 16:00 A.RAMOS 04 IMMES 6 X 13 UEAP ÚNICO A
MODALIDADE : HANDEBOL FEMININO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO29.05.10 18:00 A.RAMOS 1 CEAP X META ÚNICOOBS: PARTIDA ADIADO POR PROBLEMAS ELETRICOS NO GINÁSIO AVERTINO RAMOSMODALIDADE : FUTSAL FEMININO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ.
B GRUPO29.05.10 17:00 A.RAMOS 1 UEAP W X O IMMES ÚNICO
MODALIDADE : HANDEBOL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO30.05.10 9:00 P.MILITAR 5 META W X W UEAP ÚNICO30.05.10 10:30 P.MILITAR 6 UNIFAP 18 X 49 CEAP UNICO
MODALIDADE : FUTSAL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO30.05.10 9:00 A.RAMOS 05 UEAP 2 X 10 CEAP ÚNICO A30.05.10 10:00 A.RAMOS 06 SEAMA 5 X 2 META ÚNICO B
MODALIDADE : FUTSAL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO29.05.10 15:00 A.RAMOS 03 IESAP 2 X 6 META ÚNICO B29.05.10 16:00 A.RAMOS 04 IMMES 6 X 13 UEAP ÚNICO A
MODALIDADE : HANDEBOL FEMININO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO29.05.10 18:00 A.RAMOS 1 CEAP X META ÚNICOOBS: PARTIDA ADIADO POR PROBLEMAS ELETRICOS NO GINÁSIO AVERTINO RAMOSMODALIDADE : FUTSAL FEMININO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ.
B GRUPO29.05.10 17:00 A.RAMOS 1 UEAP W X O IMMES ÚNICO
MODALIDADE : HANDEBOL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO30.05.10 9:00 P.MILITAR 5 META W X W UEAP ÚNICO30.05.10 10:30 P.MILITAR 6 UNIFAP 18 X 49 CEAP UNICO
MODALIDADE : FUTSAL MASCULINO DATA HORA LOCAL JOGO EQ. A X EQ. B GRUPO30.05.10 9:00 A.RAMOS 05 UEAP 2 X 10 CEAP ÚNICO A30.05.10 10:00 A.RAMOS 06 SEAMA 5 X 2 META ÚNICO B
Judo Amapaense em destaque
Confirmado o local da realização do XV Torneio Osair Pinho, será no Centro de treinamento de Judô da Escola Conexão Aquarela (Av. Dos Tupiniquins, 911 Buritizal – 3242-4066) com início ás 08:30h de domingo (06/06). O evento será na categoria sub-13 Masculino e Feminino, servindo de seletiva para o Campeonato Brasileiro da categoria a ser realizado em Campo Grande - MS nos dias 14 e 15 de agosto.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
trem x oratorioDecisão do Sub-18: só um vai à Copa São Paulo

O Amapá eonhecerá neste sábado, 18 horas, no estádio Glicério Marques com arbitragem de Elivaldo Cássio Ribeiro, o campeão amapaense Sub-18 2010. Estão na disputa as equipes de Oratório e Trem Desportivo Clube que derrotaram nas semifinais São José (5x0) e Santana (3x0), respectivamente. O jogo merece a atenção de todos, pois o campeão estará na Copa São Paulo de Futebol Juniores em 2011 e ninguém pensa em ficar de fora de um dos maiores eventos esportivos do país. Para este jogo, o Oratório e o Trem contam com todos os seus jogadores considerados titulares e a partida promete ser pegada. O treinador Roberto Foguetinho ministrou treinamento apronto ontem pela manhã no CT Osmar Neri Marinho, enquanto que Aluizio Munguba realizou treinamento apronto no campo da Associação Meta.O Campeonato encerra, segundo o diretor técnico da FAF, Rômulo Simões com 244 gols marcadosem 47 jogos realizados. O jogo de número 48 será a decisão e deverá aumentar o número de gols marcados. O torcedor não pagará para assistir o jogo deste sábado, 18 horas no Glicério.
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